quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Justiça eleitoral do RN lança assistente virtual para auxiliar eleitores

 


O Tribunal Regional do Rio Grande do Norte (TRE-RN) lançou um chatbot que esclarecerá as principais dúvidas dos eleitores quanto aos procedimentos e serviços prestados pela Justiça Eleitoral, especialmente informações relativas às Eleições 2020. A assistente virtual chama-se Celina, uma homenagem à natalense Celina Guimarães, primeira mulher a exercer o direito de voto no Brasil.

A assistente virtual pode ser acessada via Portal do TRE-RN, pelo Messenger do Facebook e também no aplicativo Telegram, seja pelo celular, tablet ou computador, trazendo diversos assuntos de interesse eleitoral. Interagindo com ela, a partir da informação de alguns dados pessoais, é possível saber se houve mudança no local de votação de qualquer eleitor potiguar. Dúvidas sobre outros assuntos também são respondidos prontamente pelo chatbot, tais como: aplicativo e-Título, cartórios eleitorais, procedimentos quanto ao alistamento, multas, justificativa, mudança de domicílio, biometria, candidaturas, emissão de certidões, telefones e endereços.

Para interagir com a Celina, basta acessar o Portal do TRE-RN, no endereço celina.tre-rn.jus.br; entrar no perfil do TRE-RN no Facebook ou buscar, no aplicativo de mensagem Telegram, o usuário @celina_tre-rn_bot.

Sobre Celina

A homenageada pelo TRE-RN com o nome do chatbot é a primeira mulher eleitora no Brasil, a professora Celina Guimarães Viana, nascida em Natal/RN. Ela requereu sua inclusão no rol de eleitores da cidade de Mossoró em novembro de 1927, com base na lei eleitoral do mesmo ano que determinava, no artigo 17, que no Rio Grande do Norte poderiam “votar e ser votados, sem distinção de sexos”, todos os cidadãos que reunissem as condições exigidas pela lei.

A professora marcou seu nome na história do Rio Grande do Norte e do Brasil, abrindo o caminho para que outras 19 mulheres a registrarem participação nas eleições de 5 de abril de 1928 e abrindo as portas para a participação política feminina. Celina faleceu em 1972, em Minas Gerais.